Foi no inicio desta semana que vimos mais uma vez o que eu considero um gravíssimo erro de duas das mais importantes nações da Europa.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Eurobonds adiados novamente
Foi no inicio desta semana que vimos mais uma vez o que eu considero um gravíssimo erro de duas das mais importantes nações da Europa.
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Novo Governo
O novo Governo, liderado por Pedro Passos Coelho, foi hoje anunciado. No total são 11 ministros, dos quais quatro são militantes do PSD, três do CDS-PP e quatro são independentes.Primeiro-ministro
Pedro Passos Coelho, 46 anos, chegou a líder do PSD em Março de 2010 com 61 por cento dos votos nas eleições internas do partido, sucedendo Manuela Ferreira Leite. Foi presidente da Juventude Social Democrata entre 1990 e 1995. Depois de estar um tempo afastado da vida política, regressa em 2008 como candidato a líder do PSD. Levou o partido a vencer as eleições de Junho de 2011, com 38,6% - resultado que obrigou o PSD a procurar a coligação com o PP para conseguir maioria parlamentar.
Paulo Portas (CDS-PP)
Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros
Do Direito para a política, da política para o jornalismo. E de volta à política. Paulo Portas já foi jurista, director de um jornal e ministro. Nas eleições legislativas de 2009 voltou ao ataque à frente do CDS-PP, numa campanha que diz querer fazer «no terreno». Nas legislativas de 2011 o PP conseguiu 11.7% dos votos, abrindo caminho à coligação PSD-PP.
Miguel Macedo (PSD)
Ministro da Administração Interna
Miguel Bento Martins da Costa Macedo e Silva nasceu em 1959 e é licenciado em Direito. O líder parlamentar do PSD foi eleito deputado nas V, VI, VII e VIII legislaturas. Ao longo da sua carreira política desempenhou também os cargos de Secretário de Estado da Juventude no Governo Constitucional, Secretário de Estado da Justiça nos XV e XVI Governos e membro da Assembleia Municipal de Braga.
Vítor Gaspar (independente)
Ministro de Estado e das Finanças
Vítor Gaspar, com um reconhecido percurso na área da Economia das Finanças, desempenhou as seguintes funções: diretor do Gabinete de Estudos Económicos do Ministério das Finanças, Diretor do Departamento de Estatística e Estudos Económicos do Banco de Portugal e Diretor do Departamento de Estudos Económicos do Banco Central Europeu. Atualmente, é Consultor da Administração do Banco de Portugal.
Álvaro Santos Pereira (independente)
Ministro da Economia e do Emprego
Álvaro Santos Pereira nasceu em Viseu, em 1972. Doutorou-se em Economia pela Simon Fraser University, em Vancouver. Deu aulas em várias universidades estrangeiras, nomeadamente na University of British Columbia, na Universidade de York e na University of British Columbia. Desde 2001 tem colaborado regularmente com o Diário de Notícias e o Diário Económico, como colunista. Ocasionalmente, escreve para outras publicações, como o Expresso, a Revista Exame e o Jornal de Notícias.
Assunção Cristas (CDS-PP)
Ministério da Agricultura, Mar e Território
Nascida em 1974, Assunção Cristas é professora universitária de Direito. Foi adjunta da ministra da Justiça no XV Governo Constitucional e diretora do Gabinete de Política Legislativa e Planeamento deste ministério. Membro da Comissão Política Nacional do CDS-PP desde maio de 2007, passou a integrar a Comissão Executiva do partido em janeiro de 2009, data em que assumiu a vice-presidência. Coordenou a elaboração do programa do CDS-PP para as eleições legislativas de 2009 e fez parte da Comissão de Orçamento e Finanças.
José Pedro Aguiar-Branco (PSD)
Ministério da Defesa
Advogado, natural do Porto. Foi cabeça de lista do PSD no círculo do Porto nas duas últimas eleições legislativas. Em 2010 desempenhou o cargo de vice-presidente dos sociais-democratas e já foi candidato à liderança do partido, contra Passos Coelho e Paulo Rangel. Com uma longa carreira no Partido Social Democrata, foi membro do Conselho Nacional da JSD (1977-1984) e membro do Conselho de Jurisdição (1976 e 1995-1997), do Conselho Nacional (1982-1984 e 1988-1990) e da Comissão Política (1996-1998 e 2007-2010) do PSD. Foi ministro da Justiça do XVI Governo Constitucional, chefiado por Santana Lopes (2004-2005), presidente da Assembleia Municipal do Porto (2005-2009) e deputado à Assembleia da República (2005-2009), onde liderou o Grupo Parlamentar do PSD (2009-2010).
Paula Teixeira da Cruz (PSD)
Ministério da Justiça
Paula Maria Von Hafe Teixeira da Cruz nasceu em Luanda, em 1960, e licenciou-se em Direito. Foi professora na Faculdade de Direito de Lisboa e no Instituto de Estudos Superiores Financeiros e Fiscais. Entre 2003 e 2005 foi membro do Conselho Superior da Magistratura. Entre 2002-2005 integrou o Conselho Geral da Ordem dos Advogados. A par destas funções, entre 1999-2003 pertenceu ao Conselho Superior do Ministério Público. Paula Teixeira é militante do PSD desde 1995. É, atualmente, vice-presidente da Comissão Política Nacional do PSD e exerceu as mesmas funções sob a direção de Luís Marques Mendes entre 2005-2006.
Pedro Mota Soares (CDS-PP)
Ministro dos Assuntos Sociais
Pedro Mota Soares nasceu em 1972 e licenciou-se em Direito. Ao longo da sua carreira na política assumiu vários cargos, entre eles: Secretário Geral do CDS-PP, Membro da Comissão Diretiva de CDS-PP, Deputado à Assembleia da República na VIII Legislatura, Vice-Presidente do grupo Parlamentar do CDS-PP, Presidente da Juventude Popular, Presidente do Grupo Parlamentar do CDS-PP na X Legislatura. Paulo Macedo (independente)
Ministro da Saúde
Nasceu em 1963 e é Licenciado em Gestão de Organização e Gestão de Empresas. Atualmente, é vice-presidente do conselho de administração executivo do Millennium BCP. Entre 2004 e 2007, trabalhou na Caixa Geral de Depósitos. O seu trabalho nesta instituição fez com que fosse apontado como um dos principais responsáveis modernização e informatização da máquina fiscal. Antes de desempenhar estas funções, foi administrador da Companhia Portuguesa de Seguros de Saúde, S.A. (Médis).
Nuno Crato (independente)
Ministro Educação e do Ensino Superior
Nuno Crato nasceu em Lisboa em 1952. Matemático e Estatístico, é atualmente Pró-Reitor da Universidade Técnica de Lisboa e, desde o ano 2000, professor no Instituto Superior de Economia e Gestão. Em 2008 foi condecorado com o grau de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique. No mundo dos negócios é de referir a sua nomeação para presidente executivo do Taguspark, em 2010.
Miguel Relvas (PSD)
Assuntos Parlamentares
Miguel Fernando Cassola de Miranda Relvas nasceu em Lisboa, em 1961 e licenciou-se em Ciência Política e Relações Internacionais pela Universidade Lusófona. Entre 1987 e 1989 foi secretário-geral da JSD. Mais tarde, foi nomeado deputado à Assembleia da República. Atualmente é secretário-geral do PSD. Em 2002, desempenhou o cargo de secretário de Estado da Administração Local, no governo de Durão Barroso.
Diário Digital com Lusaterça-feira, 7 de junho de 2011
Nova vida
Acabou um ciclo, José Sócrates caiu com uma grande derrota neste Domingo. Estranhei inicialmente esta decisão de alguém que estava tão alapado ao lugar de Secretário Geral do PS.
No entanto, rápidamente se abriu a cortina de uma possível candidatura à Presidência da Républica daqui a 4 anos. Sem Cavaco Silva, dificilmente o PSD consegue alguém que venha colmatar a curta memória politica dos Portugueses.
Domingo trouxe-nos a vitória clara de Passos Coelho, nosso novo primeiro ministro. Também uma pequena vitória de Paulo Portas que irá juntar o sei pequeno grande partido ao PSD para criar uma maioria inquivoca.
Vamos ver se realmente conseguimos ultrapassar esta fase... é com o meu maior desejo que dou as minhas sinceras valências de boa sorte ao novo Governo
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Institutos e Fundações do Estado

Bem, tenho que admitir que já sabia que temos um cancro no nosso "estadismo-2, não contava é que fosse já tão profundo... vai ser duro mas vamos ter que o arrancar...
A facilidade com que se fala em Milhões de Euros nesta malta....
Estudo do Economista Álvaro Santos Pereira, Professor da Simon Fraser University, no Canadá. *
Portugal tem hoje 349 Institutos Públicos, dos quais 111 não pertencem ao sector da Educação.
Se descontarmos também os sectores da Saúde e da Segurança Social, restam ainda 45 Institutos com as mais diversas funções.
Há ainda a contabilizar perto de 600 organismos públicos, incluindo Direcções Gerais e Regionais, Observatórios, Fundos diversos, Governos Civis, etc.) cujas despesas podiam e deviam ser reduzidas, ou em alternativa - que parece ser mais sensato - os mesmos serem pura e simplesmente extintos.
Para se ter uma noção do despesismo do Estado, atentemos apenas nos supra-citados Institutos, com funções diversas, muitos dos quais nem se percebe bem para o que servem.
Vejam-se então as transferências feitas em 2010 pelo governo socialista de Sócrates para estes organismos:
ORGANISMOSDESPESA(em milhões de €)
Cinemateca Portuguesa - 3,9M €
Instituto Português de Acreditação - 4,0M €
Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos - 6,4M €
Administração da Região Hidrográfica do Alentejo - 7,2M €
Instituto de Infra Estruturas Rodoviárias - 7,4M €
Instituto Português de Qualidade - 7,7M €
Administração da Região Hidrográfica do Norte - 8,6M €
Administração da Região Hidrográfica do Centro - 9,4M €
Instituto Hidrográfico - 10,1M €
Instituto do Vinho do Douro - 10,3M €
Instituto da Vinha e do Vinho - 11,5M €
Instituto Nacional da Administração - 11,5M €
Alto Comissariado para o Diálogo Intercultural - 12,3M €
Instituto da Construção e do Imobiliário - 12,4M €
Instituto da Propriedade Industrial - 14,0M €
Instituto de Cinema e Audiovisual - 116,0M €
Instituto Financeiro para o Desenvolvimento Regional - 18,4M €
Administração da Região Hidrográfica do Algarve - 18,9M €
Fundo para as Relações Internacionais - 21,0M €
Instituto de Gestão do Património Arquitectónico - 21,9M €
Instituto dos Museus - 22,7M €
Administração da Região Hidrográfica do Tejo - 23,4M €
Instituto de Medicina Legal - 27,5M €
Instituto de Conservação da Natureza - 28,2M €
Laboratório Nacional de Energia e Geologia - 28,4M €
Instituto de Gestão do Fundo Social Europeu - 28,6M €
Instituto de Gestão da Tesouraria e Crédito Público - 32,2M €
Laboratório Militar de Produtos Farmacêuticos - 32,2M €
Instituto de Informática - 33,1M €
Instituto Nacional de Aviação Civil - 44,4M €
Instituto Camões - 45,7M €
Agência para a Modernização Administrativa - 49,4M €
Instituto Nacional de Recursos Biológicos - 50,7M €
Instituto Portuário e de Transportes Marítimos - 65,5M €
Instituto de Desporto de Portugal - 79,6M €
Instituto de Mobilidade e dos Transportes Terrestres - 89,7M €
Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana - 328,5M €
Instituto do Turismo de Portugal - 340,6M €
Inst. Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação - 589,6M €
Instituto de Gestão Financeira - 804,9M €
Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas - 920,6M €
Instituto de Emprego e Formação Profissional - 1.119,9M €
Total 5.118,9 MILHÕES de Euros
domingo, 22 de maio de 2011
Debate
Finalmente tive oportunidade de ver o derradeiro debate entre Passos Coelho e o "Eng." Sócrates, achei-o um bocado frustrante, não vi grande ideias de parte a parte e discutiu-se tretas.
sábado, 14 de maio de 2011
Eleições

Finalmente hoje sabemos o programa eleitoral de todos os partidos, infelizmente, ainda não tive oportunidade de ler como deve de ser o programa do CDS.
No entanto tenho pena que seja só um "manifesto", esperava mais que isso, nisso acho que a proposta do PSD é mais concreta e realista
O CDS no entanto teve a dignidade de meter todos os pontos acordados com a troica e disse os pontos que efectivamente nós continuamos a controlar... Saúde, Educação, Justiça, Segurança entre outros serviços que ainda podemos melhorar efectivamente.
Nestas eleições existem apenas três lados, os Realistas, os Irrealistas e o PS.
No entretanto temos estado a discutir o programa do PSD pois o PS não apresentou nada, programa totalmente vazio e desfasado, porque apresentar algo como "reduzir o desemprego", "manter e melhorar o estado social" ou "baixar os impostos" sem dizer como, quando e acima de tudo com que dinheiro, é ridículo
Isto sem falar que apresentou o seu programa antes de ter assinado um memorando com a troika e portanto não contempla as medidas mais dolorosas com que se comprometeu.
Eu acho que o povo Português continua a engolir a patranha do Sr Sócrates como pão para a boca, é mesmo a meu ver, um verdadeiro caso de estudo.
A vitimização deste senhor é de tamanho irrealismo que digo com todas as letras, quem votar neste homem ou é cego politica e economicamente ou é pura e simplesmente um crente...
No estrangeiro começam a surgir criticas vindas de economistas e impressa da especialidade de todo o mundo e nós continuamos a seguir o homem que vai contra a corrente acreditando que a água é que está errada.
Mas o irrealismo do Sr. PM vai levar-nos ao colapso e não dou 1 ano até estarmos a renegociar a nossa dívida, por conseguinte, sair do Euro e cair na miséria.
Não cumpriu um prazo, um limite, uma medida até hoje, tinha o povo ignorante à avalia-lo e foi-se safando, mas com entidades como FMI, CE e BCE não se irá safar e em pouco tempo vamos ver os incumprimentos a chegarem.
Quando ontem ouvi projecções que davam vantagem ao PS só me lembrei de uma história que o meu pai me contou
Um dos senhores mais influentes da Covilhã hoje em dia, vendia pipas de vinho ao meu pai em tempos, uma vez ele foi como normalmente ao seu armazém buscar as pipas e esse senhor estava a encher garrafões de "Azeite" com 3 litros de azeite e 2 de óleo.
E o meu pai perguntou, "mas que raio está o senhor XXXXX está a fazer?" e ele respondeu-lhe, "o povo gosta de ser enganado, toda a gente sabe que é impossivel vender o azeite tão barato, só gosta de ouvir o que lhes interessa..."
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Deprimente declaração de um importante momento...

O PM fez um discurso sobre o acordo feito com a Troika e foi pura e simplesmente miserável.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
O murro na mesa....
A União Europeia está em colapso, vejo com muita mágoa que mais uma vez a UE anda a dormir enquanto o populismo e a especulação dos mercados atacam directamente as suas bases sem nada se fazer.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Reticências e outros pontos

Isto começa a roçar o estúpido, porque o ridiculo já há muito está ultrapassado.
O país está no abismo, não há dinheiro, a nossa falta de produtividade é sobejamente conhecida lá fora, mas o Governo acha que é oportuno dar tolerancia de ponto. A Sexta-Feira Santa, lá está, já por si implica um fim de semana prolongado, a tutela, por sua vez, acha normal alarga-lo ainda mais, precisamente numa altura em que a troika está no nosso país a estudar os nossos podres.
Que impressionados que eles vão ficar.
Os próprios finlandeses ficarão surpreendidos com o sentido de esforço e responsabilidade do Governo Português.
Diz o ministro da presidência que é absolutamente normal, que é concedido todos os anos. Ridículo sr. ministro. Nesta conjuntura pedia-se-lhe que marcassem pela diferença, positiva.
Passos Coelho, esse grande poeta da banalidade, atira-se ao Governo já depois de concedida a tolerância. Já toda a gente sabia, mas o senhor prefere continuar a chorar sobre o leite derramado a agir em tempo efectivamente útil.
Conhecendo as reivindicações do país, de resto, não me surpreendia que se a tolerância não fosse concedida que os sindicatos não saltassem para frente das câmaras afirmando-se afrontados com tamanho desrespeito pelos trabalhadores - da função pública note-se, porque a grande maioria do sector privado está a sair do emprego por esta hora.
Ainda assim, a função pública é mais uma vez a grande privilegiada. Não trabalha hoje, mas receberá no dia certo. Têm mais garantias que qualquer outro sector (mais estabilidade no emprego, ADSE, regalias de diversas ordens) e são quem mais reclama, quem mais faz greve, quem aparentemente mais se revolta sem se aperceber das afrontas que não enfrenta.
Senhores da troika, não tenham contemplações. O país não tem emenda, o exemplo não vem de cima. Quando o chicote cair, que faça ferida e que sare lentamente, não poderemos mais viver com a síndrome de memória curta, há que mudar RADICALMENTE de uma vez por todas.
Já os romanos diziam que aqui neste canto havia um país que nem se governava nem se deixava governar!
terça-feira, 19 de abril de 2011
Detesto gajos que são do contra só por ser....
terça-feira, 12 de abril de 2011
Estão ai os homens
Bem, chegaram os técnicos do FMI, aguardo com alguma ansiedade para ver o valor do empréstimo. Para mim o principal indicador do fosso em que nos encontramos. Tendo em conta o que eles pensam do estado do país será de 80 mil milhões, espero mesmo que seja menos que isso.
Vieram a lume também números (não confirmados) de quanto custou a "teimosia" do Eng. Sócrates, quase 400 milhões por adiar a vida da ajuda estrangeira. Para mim, foi um bocado aquém do que pensava, seja como for, a maior consequência foi mesmo que estamos atrasados em relação a todos os países da Europa e do mundo, enquanto a malta já vai crescer para o ano, nós ainda nem temos previsões disso.
No entanto tiro uma coisa boa, havendo já a experiência da Grécia e da Irlanda, pode ser que sejam mais meigos connosco, até porque nós tão temos metade dos problemas que lá se verificavam, tanto a nível bancário como a nível de défices.
Entretanto vi, quase incrédulo, o comício do PS, aquele foi sem dúvida a demonstração da enorme qualidade de markting politico que já vi até hoje nas terras lusas. Quase parecia que estávamos do outro lado do Atlântico.
Como disse um amigo meu, "estava o circo bem montado". O Sócrates pode ter sido um incompetente a dirigir o país, mas como politico (comunicador) é enorme.
sábado, 9 de abril de 2011
Foi a crise politica que deixou o país onde está....
Esta é uma das frases mais ouvidas pelo PM, mas o homem anda desfasado da realidade e o que ainda me perturba, nem é os acérrimos militantes que procuram o seu tacho nos congressos, é mesmo ver que nas sondagens o homem galopantemente sobe à procura da vitória.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
April fool's day...

Estamos a um passo da entrada oficial da ajuda externa.
Digo oficial, porque oficiosamente já há muito que dela dependemos. Não vale a pena branquear os títulos de divida pública emitidos e vendidos pelo Estado Português a quem lhes quis pegar, também aí vamos ter que pagar juros.
E de juros se fala por estes dias. A dívida pública no médio-longo prazo vê os seus juros já na casa dos 10%, o que é uma perfeita loucura. Creio não me ter enganado a fazer contas, portanto o o total da dívida pública portuguesa, em números simplistas "para português ler" dá algo como aproximadamente 330 mil euros por dia, durante 2010 anos.
Se aparentemente não me parece mau ter este belo plafond para gastar diariamente desde o preciso dia em que Nosso Senhor nasceu, quando somado resulta na divida que Portugal tem para com terceiros. O que me coloca a seguinte questão: MAS ESTÁ TUDO LOUCO?? Onde é que esta gente andava com a cabeça?
O último dos irredutíveis, José Sócrates, veio hoje a público curvar-se perante o povo e admitir que afinal isto não estava assim tão bem quanto ele vendia. Afinal não somos capazes levar sozinhos o barco a bom porto.
Mas isto já era um dado adquirido.
O que me custa ainda ter presente é o facto de ainda na semana passada este mesmo senhor ter defendido o TGV e o novo Aeroporto. "As taxas de juro estão muito atractivas".
Meu amigo, mas é que nem que estivessem a 0%! Simplesmente não há resposta para repor o que pedimos, quando mais com juros, sejam eles de que ordem for!
Defendi até há algum tempo atrás que deveríamos resolver este imbróglio sozinhos. Admito que a minha ingenuidade me fez viajar no tempo até uma época em que éramos donos e senhores do mundo. A coragem era mais que muita e o Brasil era um poço de ouro inesgotável.
Hoje, o Brasil pensa antes de nos dar a mão (que fique explicito que não compro o argumento do povo irmão), mas acabará por dar.
Já nem de nós próprios somos donos. Vejo Portugal como um adulto imaturo ou demente, a quem o tribunal acaba de passar um atestado de incapacidade e nomeia um adulto responsável para seu tutor.
Sócrates afirmou não estar disponível para governar com o FMI, ele está a caminho. Será que Sócrates não está agarrado ao poder?
Será uma estratégia ruinosa o PS lançar Sócrates numa nova corrida eleitoral. O fracasso das suas palavras e a mentira com que iludia os "crentes" desgastaram a sua imagem profundamente.
Pior sr. Engenheiro. Culpar o PSD, dizendo que o chumbo do PEC IV precipitou esta tomada de decisões é de uma demagogia imensa. O PSD em nada ajudou, fartou-se de criticar, mas tomar medidas concretas nem vê-las.
Sócrates não arcará com a culpa por inteiro, mas tem a seus ombros grande parte da responsabilidade pelo rumo que o país tomou.
O país está farto de vocês.
Vêm ai tempos difíceis. O FMI não é nenhum fantasma, mas que ninguém duvide que tempos (bem) piores se avizinham.
sábado, 2 de abril de 2011
FMI a verdade

O nosso PM foi na conversa e então começou a desenhar nas mentes dos Portugueses o Papão do FMI.
O FMI se tivesse vindo à 1 ano atrás, teríamos juros de 4% a 10 anos, hoje se vier, não teremos juros abaixo dos 7%.
Porque raio teremos nós de sofrer com juros altíssimos para que o efeito dominó pare aqui? porque não pode parar em Espanha, Bélgica ou Itália?
Como disse anteriormente, não temos a situação da Irlanda, onde os bancos estão completamente falidos e ainda esta semana falaram de mais 40 mil milhões de euros de ajuda, não estamos na mesma situação da Grécia que durante anos mascarou défices de mais de 20%, a especulação e as sucessivas derrapagens do governo é que puseram o país no estado em que está.
Mário Soares, esse também grande imagem de competência (looool), levou o país à banca rota duas vezes (e orgulha-se disso) teve que chamar o FMI, que basicamente nos salvou de hoje sermos um pais de terceiro mundo.
Que venha alguém que nos ajude...
quarta-feira, 30 de março de 2011
Eu sou o PM (Rui Unas feat Claudia Semedo ou José Socrates feat Rihanna)
segunda-feira, 28 de março de 2011
Publicidade à TDT
Apesar do anúncio de que o Governo irá subsidiar para os pensionistas e reformados os descodificadores que custam sempre acima dos 35€, acho que a maneira como esta publicidade mete a situação
"ou tem televisão paga ou então não poderá ver televisão"...
Em Peraboa, parece que já andaram lá uns manfias a vender a ZON à custa deste tipo de não-informação
sexta-feira, 25 de março de 2011
O fim da avaliação de professores

Só tenho um comentário a dizer sobre isto, mas estamos burros ou quê?!
quarta-feira, 23 de março de 2011
quinta-feira, 17 de março de 2011
E afinal quem manda?
segunda-feira, 14 de março de 2011
PEC4 - o plano de Sócrates
Sócrates lançou um plano bem elaborado para conseguir fazer-se mais uma vez de vitima, tal como fez com as "escutas de Cavaco Silva".
Depois de obviamente as contas não estarem a bater certo, depois de a União Europeia (UE) ter vindo cá fiscalizar e ver claros desvios nas contas, foi traçado um grupo de medidas para colmatar esses problemas.
No entanto, Sócrates decidiu fazer todas essas medidas sem consultar ninguém, somente com a UE. Desta forma, conseguiu algumas declarações positivas vindas dos mesmos e assim irá conseguir o que me parece óbvio.
As medidas não irão ser aprovadas, quer o Governo as leve à Assembleia, quer seja a oposição a fazê-lo.
Depois, irão começar o choradinho dizendo que o país caiu na desgraça, não pela sua incompetência, mas sim pela crise (que se está a dissipar na maioria dos países) e agora, pela oposição que não aprovou as medidas certas que a própria UE achou fundamentais.
O pior de tudo é que começo a achar que isso ainda vai colar no Povo Português...
Já agora, acho incrível que neste estado de coisas, não vejamos cortes sérios nas despesas, nem negociações com as parcerias, nem consultadorias, nem reestruturações na função publica.
Começo a achar que a esquerda tem alguma razão quando diz que é sempre os mesmos a serem rapados...
