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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

A 3ª Grande Guerra Mundial



Estes últimos tempos temos visto regimes ditatoriais caírem em catadupa no norte de África e no médio oriente.

Tudo muito bonito, mas infelizmente os resultados podem ter perversos.

Quando vemos movimentos como a Irmandade Muçulmana que se chega lentamente à frente para tomar o poder, temo sinceramente que o futuro daquela seja um grande conjunto de estados Islâmicos.

Vi algumas pessoas radicais daquele movimento a falar e cheguei logo à conclusão que em breve teremos que nos debater com a maior guerra que alguma vês este mundo teve.

A Irmandade Muçulmana é um movimento que existe em todos os países árabes, tem crescido devido ao aproveitamento das classes inferiores que tem ajudado com escolas e apoios aos mais desfavorecidos, mas com objectivos claros, criar uma base de apoio para as suas ambições politicas

Depois de entrevistado, alguns dirigentes disseram claramente que assim que tomassem o poder, "seguirão o que o povo lhes disser" enquanto à decisão de "manter os tratados de paz com Israel"

Como é óbvio se os elegerem é porque seguem os seus ideais, ou seja a destruição de Israel.

Quando o Egipto, Líbia, Síria e outros países daquela região se tornarem Teocracia Islamitas, com a Irmandade Muçulmana no poder, não demorará a que todas elas ataquem Israel e aí terá que a Europa, Rússia e os Estados Unidos entrar em conflito...

Se não for o fim do mundo, será algo do género....

A Irmandade Muçulmana (Grande Reportagem SIC)

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

As novas "Democracias"



Estou totalmente solidário com as manifestações de liberdade e democracia que se têm espalhado inicialmente pela Tunísia e agora pelo Egipto.

Penso que o mundo está na expectativa para saber se efectivamente o povo do Egipto conseguirá remover o presidente Mubarak do poder.

No entanto tenho algumas renitências pois a sombra da instauração de um novo regime de índole islamita está por detrás de muitos dos manifestantes.

Aliás, é interessante ver países com regimes ditatoriais como o Irão em apoio das manifestações no Egipto.

Principalmente porque o presidente Mubarak tem cumprido religiosamente o acordo de paz com Israel, o que é muito mal visto pelos extremistas pela zona.

O Egipto, ao contrário da Tunísia já é um país de "Grande Porte" com mais de 1 milhão de klm quadrados e bem mais de 80 milhões de pessoas, o Egipto tem cerca de 90% da população com a religião Islamita Sunita.

Em 2005 o presidente promoveu uma eleição multi-partidária no entanto, meteu requisitos mínimos quase impossíveis de alcançar para um candidato, indo uma vez mais sozinho a eleições.

No entanto, também meteu em 2007 leis que impedem que os partidos políticos tivessem como base a religião, o que me pareceu bastante positivo.

Vamos ver no que dá, mas cheira-me que o que move alguns dos Egípcios é um bocadinho diferente do que moveu os Tunisinos